.A maior parte das pessoas acredita que comer em excesso é apenas um problema de disciplina, mas, na prática, a comida vira conforto, fuga, anestesia, companhia, recompensa tudo ao mesmo tempo. Por trás de cada momento em que você sente que perdeu o controle, existe algo maior pedindo atenção: cansaço, solidão, sobrecarga, ansiedade, desejos não atendidos, falta de apoio ou até aquele vazio difícil de nomear. A comida não é o problema ela é o sintoma. Enquanto você continuar tratando o sintoma sem olhar para a raiz, o ciclo se repete. Não porque você não consegue, mas porque ninguém te ensinou a investigar suas emoções com gentileza. São essas emoções escondidas que carregam o peso invisível dos excessos, e ignorar esse peso cobra energia, autoconfiança e autoestima.
O ponto de virada começa quando você se permite perguntar: “O que eu estou realmente precisando agora?” Às vezes é descanso, colo, limite, expressão ou apenas um momento para respirar. Quando você aprende a ouvir suas emoções com mais presença, a comida deixa de ser o único lugar seguro e você começa a construir um caminho de mudança possível, leve e honesto longe da culpa e perto de você. Comer melhor não é sobre força, é sobre consciência. É sobre aprender a se acolher antes de se cobrar. É sobre entender que o excesso não te define: ele te sinaliza. E se você chegou até aqui, já deu o primeiro passo. O próximo é continuar olhando para você.
Se você sentir que precisa de ajuda, estou aqui. Com ferramentas pensadas exclusivamente para você, para te acolher, te guiar e caminhar ao seu lado nesse processo.